O melhor da PSN - 2º semana


Nesta semana teremos duas postagens sobre os melhores jogos da PSN, faremos isso para semana que vem andarmos mais atualizados com os lançamentos atuais. E aqui vai a indicação de mais dois games exclusivos da Playstation Network!

Fat Princess – Todos os contos de fadas as princesas são lindinhas e delicadas, nesse game a vantagem é a princesa ser gorda! No modo single player temos “A lenda da princesa gorda”, que é a história da luta entre dois reinados. O gameplay é divertido e simples, possui 5 classes: o guerreiro, com ataque forte, mas lento. Os magos e suas magias, os padres que salvam os companheiros da morte e os arqueiros que atacam a distância, mas no mano a mano são horríveis. Tudo isso com a ajuda da quinta classe, os trabalhadores braçais que coletam materiais para os upgrades das armas de outras classes. Cada reinado sequestra a princesa do outro e as mantém presa em seus respectivos castelos, o objetivo de cada reinado é resgatar sua princesa. Para dificultar o resgate além dos combates entre as classes, as princesas são famintas por bolos, e quanto mais bolo os sequestradores servem as princesas, mais gordas elas ficam impossibilitando carregarmos as princesas. O jogo apesar de ser meio cartoonizado é bem violento e repleto de sangue nas batalhas. O áudio são musicas celtas medievais com as vozes na versão em português de Portugal em boa qualidade. O multiplayer é diversão garantida após aprendermos todas as possibilidades no single player, mas que fique destacado: é tão bom, que achar servidores disponíveis ás vezes é complicado com tanta gente jogando.

Notas do Dude: É obrigação qualquer gameiro dono de PS3 joga-lo, vale cada centavo!

Dead Nation – Está certo que a moda Zumbi invadiu quadrinhos, séries de TVs e vários jogos. Mas se você é fã de jogos difíceis a ponto de cada vez que morrer querer quebrar o controle? Deixo avisado que é bom ter vários Dualshocks! Em um futuro qualquer o mundo está infestado de Zumbi isso já é motivo suficiente para sair matando em prol da sua sobrevivência, afinal de contas poucos games de zumbi possuem qualidade no enredo. E os zumbis parecem infinitos em Dead Nation, são muitos de vários estilos: os que explodem, o que lançam gosmas venenosas, os que atacam de longe jogando partes do seu próprio corpo contaminado e até velhinhas diabólicas! Para enfrentar essa reunião dos mortos-vivos coletamos uma grande variedade de armas na jornada pela sobrevivência. O game possui modo online onde é possível jogar no modo cooperativo. Detalhes que não podem deixar de ser relacionados: isso tudo com pouca luz e muitas vezes apenas com a lanterna em uma das mãos e é possível platinar!

Notas do Dude: Jogo muito difícil ao mesmo tempo divertido tanto no single player como no multiplayer. Concorreu aos prêmios de melhores games do ano em vários sites, revistas e na própria Sony.

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NOTA!

Gostaria de agradecer a todos pelo acesso, comentários, e-mails e aos twitteiros. Não imaginava que em pouco tempo o blog estaria sendo tão prestigiado. No ar desde o dia dezoito de março já contamos com uma media de três mil acessos diários. Meu objetivo não era divulgar o que aconteceu com meu outro blog, mas há quarenta e cinco dias atrás meu antigo blog, que estava no ar há mais de um ano e meio, foi invadido e deletado. E hoje parece que está virando modismo essa atitude repugnante. Devido a esse ocorrido inicialmente fica complicado fazer parcerias à distância, perder quase 5.000 acessos diários não foi fácil. Hoje o blog funciona com três pessoas, eu o próprio Dude que o vos escreve, mais dois amigos de infância que também são vizinhos. Volta a frisar que é inicialmente, isso até terminarmos de traçar toda a estratégia e conceitos que o site deverá seguir. Hoje o blog fala somente de PS3 e PC, pensamos atingir análises para Xbox e portáteis.

Enquanto as coisas não se encaixarem espero que compreendam a decisão do blog em relação a parcerias. Mas isso não impede que nós da Games Dude indique e colabore. Caso algum blog deseje alguma matéria, texto ou vídeo divulgado em nosso blog sintam-se a vontade, ou , até mesmo colaborar conosco. E nós também nos colocamos a disposição para colaborar com os interessados.

Fica aqui então nosso email e twitter: gameiros.dude@gmail.com e Twitter @gamesdude

Jogar videogame para nós gameiros sempre foi diversão e compartilhamento entre familiares e amigos desde os tempos de emprestar e pegar emprestado cartuchos de atari!

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Análise Homefront: Grande história mais e o game?


Começo a análise parabenizando o departamento de marketing da THQ (Kaos Studios). Há muito tempo o pré-lançamento de uma nova franquia não foi tão comentada e aguardada como Homefront - excluindo novidades da Rockstar que sempre são sucesso em polêmica. Todos os trailers de Homefront ficaram encantadores, e a história elaborada para o game até em então nunca vista para jogos de trios em primeira pessoa. Criou-se uma expectativa enorme pela qualidade do game, saindo um pouco do enredo de outros shooters: segunda guerra mundial e monstros espaciais. Eis que o jogo é lançado e ficou a sensação de quando assistimos algum trailer de filme, e quando vemos o próprio saímos do cinema decepcionados.

Homefront não acrescentou nenhuma evolução gráfica, pelo contrário, em alguns momentos a qualidade gráfica cai drasticamente. A jogabilidade do jogo não passou por nenhuma renovação, preferiram manter o que vem sendo feito há anos em outros títulos de FPS. Não que deveriam reinventar os controles de jogos em primeira pessoa, mas a tendência é inovação nos games e arriscar é preciso. Vejam bem estou criticando o game por toda ação de marketing que foi feita como se o jogo fosse revolucionar os shooters - coisa que Bulletstorm tentou fazer e em alguns momentos faz sem tanta divulgação em mídia.

O ponto forte de Homefront é a história, essa parte do game ficou interessantíssima caso vocês também sejam como eu, jogo sem história é jogo de luta e futebol. No enredo estamos no ano de 2027 (nada futurístico), e anos atrás as Coreias do Sul e do Norte passaram por um processo unificação com o intuito de superar as outras potências mundiais. E logo de cara já começam dominando a Oceania e boa parte da Ásia. E quando falamos em potência mundial os E.U.A. é o principal foco, e atravessando o pacífico começam os ataques na terra do Tio Sam. Uma boa parte do Oeste americano encontra-se dominado, e aqui entra o ponto positivo do jogo, cenas fortíssimas de americanos sendo fuzilados e jogados em valas por Coreanos, além da invasão feita por humanos no solo americano que jamais foi usado nem em roteiro de filmes. Controlamos Richard Jacobs que é convocado para a única resistência contra os coreanos. Com apelo ao tradicional patriotismo americano, as cenas de terror fazem com que nos aprofundemos na história, e nos levam ao querer exterminar os coreanos. Mesmo com todas essas possibilidades na verdade Jacob é um exército de um homem só. Os companheiros de resistência são burros, não acertam um único tiro, talvez seja por isso que todos inimigos mirem somente em Jacobs.

Terminei a versão do PC em seis horas e vinte minutos. Houve alguns bugs logo na primeira fase, onde suicidar-se queimado foi à solução para não reiniciar o game. Como a produtora esperava que Homefront, passaria ser o principal jogo de FPS do momento, deixaram um final com possibilidades de continuação – provavelmente salvando o resto do mundo dos coreanos. O modo multiplayer tem o padrão de Black Ops com boa variedade de mapas, possuindo várias modalidades encontradas em Call of Duty, esse é o único ponto do game que a história não é o destaque.

Notas: Vale a pena comprar o jogo pelo enredo e o conteúdo online. O game também mantém um nível de dificuldade que agrada para os novatos no modo normal e aos veteranos no expert.

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Playstation Plus, compensa assinar?


Será que existe realmente vantagem em ser assinante da Playstation Plus? Logo quando assinei por um ano acreditava que sim. Agora estou em duvidas devido ao fraco conteúdo oferecido para quem é Plus.

Quando foi criado o serviço Plus para a PSN, a Sony divulgou que haveria inúmeras vantagens para quem assinasse. Oito meses após o lançamento do serviço pouco foi à exclusividade com qualidade. Alguns mini- games disponíveis como free não compensam nem gastar sua conexão para baixa-los. Os descontos para DLCs tem que coincidir de você possuir o game. Os games que são exclusivos para PSN, somente há descontos para quem é Plus após os jogos ficarem antigos.

O valor de $17,99 para três meses de assinatura e $49,99 pela assinatura anual não chegar assustar. Mas poderia ter mais qualidade para aqueles que resolveram aderir ao plano. As principais vantagens no meu caso é poder jogar alguns demos antes, fazer testes multiplayer como exemplo, esse mês saiu Socom 4. Os games trial full geralmente são games mais antigos, esse mês foi Split Second, e dia quatro de abril será Assassin’s Creeds. Baixar 6 GB para games que já detonamos em outras plataformas há tempos atrás é dureza!

Mas já peguei boas promoções Plus tipo o DLC de Red Dead Redemption : Undead Nightmare, praticamente um jogo completo pela bagatela de $9,99. Ou Joe Danger por $9,99, Fat princess por $7,49. Mesmo assim ainda acho que deveria existir realmente o Plus diferencial. Se alguém me perguntasse hoje se assinar seria bacana, responderia que não!

Como sempre digo: E vocês alguém acha vantajoso ser assinante? O espaço está aberto! Clique aqui para ver as atualizações dessa semana e veja se realmente tem algo de bom em ser Plus!

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