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Análise : SSX


Snowboarding nunca foi o esporte favorito de nós brasileiros por questões óbvias, mesmo assim, muita gente dinheirada pratica o esporte em Aspen e nos Andes. Se todos nós tivéssemos condições financeiras de viajar para outros países com neve para arriscar um snow, que aparenta ser mais divertido do que o skate, muitos iriam!

Ausência de neve no Brasil nunca impediu de games desse esporte fizessem sucesso por aqui. A busca em minhas memorias foi de ter jogado a primeira vez no Playstation 1 o game Cool Boarders (comentem a sua). Esse game tinha uma velocidade incrível para qualquer game da época, manobras em montanhas e personagens carismáticos. Foram lançados ainda mais duas sequências desse game aproveitando a força que a ESPN estava dando há todos esportes radicais. Mudaram as gerações de consoles e todas elas lançaram games de snowboarding com destaque para o jogo do grande campeão mundial Shaum White, 1080º do N64 e a serie SSX. Mas assim como grande produto que é explorado em excesso houve uma saturação desse tipo de games, até mesmo na 7º geração já com PS3 e Xbox 360º .

Esse mês de março houve o lançamento talvez do game de snowboarding definitivo para todas as gerações até aqui: SSX da EA Sports. O game passou por uma reformulação total no gameplay e nos mode game. A campanha chamada aqui de World Tour consiste na equipe SSX competir contra ex-intengrantes em descidas em 9 montanhas, passando por Patagônia e Sibéria (uma das mais perigosas) em vários estilos de pontuações: tempo, manobras e sobreviver. Todas elas apresentadas como se o Fantástico estivesse apresentando no domingo.


Belos gráficos, sensação explosiva de velocidade, perigo iminente e gravidade e peso dos personagens bem distribuídos. Nada disso seria o bastante se os controles e a jogabilidade fossem uma porcaria. Os deuses dos games agradecem e em SSX é quase tudo perfeito. Seguindo o modismo criado pela Capcom ano passado com MarvelxCapcom, em SSX também é possível jogar com 2 padrões de controles para os jogadores casuais e para os hardcores. Eu fui até contra, mas avaliando melhor passei ser a favor desse modelo de jogabilidade. Nosso tempo hoje é cada vez mais escasso e não são todos que podem se dedicar assiduamente a dominar todos os controles possíveis dos games.

Snowboarding nunca será esporte favorito de nós brasileiros, da mesma forma que nunca tivemos um período medieval com castelos, reis e cavaleiros, mas nunca impediu que fôssemos apaixonados por RPGs. Para os fãs da época do boom do snow e para quem conhecer esse esporte repleto de adrenalina, nada melhor que SSX que é um game excelente!

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Análise de NBA JAM PS3


Boom Shaka Laka!!! Quem não jogou NBA Jam do Super Nintendo nunca imaginou que basquete já fora um dos esportes mais jogados nos games. Além de ser o primogênito de vários jogos de basquete em duplas com power ups e easter eggs para enterradas fantásticas e acrobáticas. A ideia do jogo é simples, todos os times da NBA enfrentam-se em mata-mata, dos Los Angeles Lakers aos Blazzers, em busca de ser a melhor dupla da liga. A galera mais nova talvez não consiga compreender a importância que esse game representou após fazer sucesso em 93, foi a partir daí que as produtoras começaram a mesclar vários estilos de games em um, fugindo um pouco do Beat em up que dominava a época. Para não delongar demais era possível abrir para jogar Will Smith (Fresh Prince era sucesso), Bill e Hillary Clinton entre tantos outros, isso foi totalmente inovador.

NBA Jam de Super Nintendo e no auge até em Fliperama!



Em NBA Jam quase não existe regras, poucas foram mantidas para que o game ficasse mais dinâmico, como o tempo determinado para cada dupla ficar com a bola. Na verdade a regra é abusar das enterradas e ponte áreas de mais de 5 metros de altura! O gráfico ficou caprichado (embora tenha recebido criticas) para a intenção do game que não é ser um simulador de basquete. A torcida, o júri, os jogadores todos possuem movimentação e reações de acordo como as jogadas fluem. A narração continua sendo de Tim Kitzrow e suas frases memoráveis como a do inicio do primeiro parágrafo!

Buscando diferenças que não sejam gráficas após 17 anos entre as versões, a que mais chama atenção foi á alteração do nível de dificuldade. A inteligência artificial do computador ficou muito boa, é difícil driblar, e sempre que possível a CPU tenta bloquear (toco) os arremessos. Esse desafio mais apurado é á tentativa da Eletronic Arts em fazer que o game não fique no marasmo da nostalgia e desperte o interesse não só dos “olds school”, mas também dos novatos. No modo multiplayer é possível jogar 2x2 ou até 4x4, e aqui que o passado volta á tona. Mesmo sem fazer um sucesso estrondoso em seu lançamento, NBA Jam manteve vários fãs pelo mundo, encontrar partidas online é muito rápido em vista de tantas novas franquias e sucessos do mercado. São contabilizados todos os pontos, enterradas, bloqueios, adversários que mais vezes foram derrotados ou que venceram além de todos os números das últimas partidas.

NBA JAM PS3, ainda é possível fazer a cesta pegar fogo com a bola depois de 17 anos!



Por não adicionar nenhum conteúdo novo, partindo do ponto de vista que multiplayer hoje é tão normal como single player, NBA poderia ter saído para PSN e não em mídia. Antes de poder testá-lo lemos várias análises afirmando que o game deveria ter sido lançado via download na Store, nós do Games do Dude não discordamos, mas acreditamos que vários outros games também poderiam sair somente pela PSN, aí fica a critério de cada um julgar. NBA Jam é divertigo, é nostálgico, e possui vários extras para serem aberto, o game foi lançado há 6 meses atrás, e seu valor caiu bastante, vale a pena procurar em alguma promoção, já que é diversão garantida sozinho ou com a presença de amigos.

Dica: Aprenda no video abaixo como jogar com Bush e Barack Obama! Xbox e PS3!

Notas do Dude: NBA Jam foi um dos games que mais aluguei na vida e vale cada centavo!










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Mortal Kombat 9: 20 anos depois reconquista fãs!


Joguei Mortal Kombat em 1991 nos fliperamas e matei muita aula para fazer isso! Joguei também muitas outras versões, até a versão que tinham combates estilo tetris. Vários sites e revistas especializadas em games frisaram que desde a continuação Mortal Kombat 2 (92), todas as sequências mais falharam do que acertaram, opinião que concordo plenamente. Sem nostalgia o Mortal Kombat bom até aqui foi o primeiro. Passaram vinte anos para uma geração de console fazer funcionar o que deu certo á duas décadas atrás. Mortal Kombat 9 é lindo, cruel, e contém todas receitas que eram aproveitáveis dos outros MK.

Os gráficos dos lutadores não ficaram supremos, faltaram mais texturas, em compensação os cenários ficaram espetaculares. Locais famosos da série como a Ponte e Piscina da morte ficaram muito caprichados, cheios de detalhes ao fundo! E agora é possível usar oito cenários como stage fatality.

A jogabilidade irá surpreender muitos jogadores de tão perfeita que ficou. É possível dar combos simples, combos em dupla (isso mesmo!), e como todos sabem pelo a demo que foi liberada, o novo golpe para cada lutador chamado de Raio-X. Esse golpe é preciso que a barra de energia esteja completamente cheia, e quando usado faz um estrago no adversário em um belíssimo visual, mostrando os ossos que foram quebrados, os dentes que foram arrancados ou o órgão atingido. No início muitos estranharão o bloqueio, é usado o botão R2. Nada que 10 minutos no tutorial de golpes que ficou bem explicativo e jogável – inclusive, acho que todo tutorial deveria ser desse jeito. Cada lutador possui dois fatalities (menos Kratos, irão vender em DLC), todos os golpes fatais fazem referência aos games antecessores, e ficaram além de sanguinários, bem criativos. Os jogadores do Playstation 3 ainda irão contar com a participação especial de Kratos com direito ao cenário que o Spartano destruiu Zeus! Kratos parece que fazia parte da série há anos, mas ele não encontra-se no modo História, o que é justo.

A NetherRealm manteve os tradicionais modos de batalha: Arcade, Versus, Multiplayer (que ainda não testei, adivinha porque?). As novidades ficaram por conta dos modos torre dos desafios, torneio em dupla, mini-games e o modo história. Torre dos desafios como o nome sugere são 300 andares de determinadas tarefas: vencer com a barra de energia no fim, executar certa quantidade de combos em tempo determinado, ficou bem interessante e irá render algumas horinhas extras de diversão. Os Mini-games são mais para os fixionados pela franquia, embora, fazer um sorteio de barra de especial extra, ou desabilitar as cabeças dos lutadores é divertido. Pegando o exemplo de Marvel x Capcom em MK também é possível jogar no modo Torneio em duplas, é possível fazer combos chamando o outro integrante e interromper combos dos adversários chamando o parceiro. A cereja do bolo sem duvida alguma é o modo Story! Aqui é possível saber todo um flashback da história original de Mortal Kombat, contada através das visões enviadas por Rayden do futuro para o do presente. Essas previsões indicam que o mundo está próximo de ser aniquilado por Shao khan. Jogamos com quase todos os personagens durante o enredo, as legendas em português ajudam bastante aqueles que têm dificuldade com inglês (é preciso acioná-las nas opções).

E como se tudo isso não fosse bastante, ainda é possível habilitar uma quantidade absurda de extras com o dinheiro adquirido durante as campanhas na velha Kripta. Mortal Kombat chegou novamente para fazer história com a forma eficiente de 20 ano atrás.

Nota do Dude: É obrigação para qualquer gameiro para os veteranos e para os novatos. E nosso blog sempre irá apoiar empresas que preocupam em trazer para nosso país games ao menos com legenda em português. O pessoal da Warner mais o produtor Hector Sanchez, estão de parabéns pela ótima campanha de marketing de lançamento do game em São Paulo.


Gameplay de Kratos:


Video feito por alguém presente no lançamento em São Paulo:



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